RENAULT NA FORMULA 1

Legado na F1

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Carro F1, motor, pneus e piloto em preparação

Sobre a Renault Sport F1

A Renault Sport F1 é a estrutura através da qual a Renault representa a marca no Campeonato do Mundo de Formula 1 da FIA. A missão da Renault Sport F1 é projectar e desenvolver mecanismos que possam adaptar-se aos chassis dos veículos das equipas parceiras da RSF1.

Para a renovação do compromisso com a F1, a Renault reafirmou a extrema importância desta competição para a marca. Para além de ser um espectacular vetor de reconhecimento, o desporto rei entre os desportos automóvel é também um laboratório para novas tecnologias Renault.

A decisão da Renault de continuar em 2015 com  o envolvimento na Formula 1 é a confirmação de que a marca encara o desporto automóvel como uma parte essencial da sua identidade. Representando o pináculo do desporto automóvel, a Formula 1 exige das suas equipas excelência técnica e operacional. O campeonato é a montra da excelência tecnológica que a Renault imputa nos seus produtos para benefício dos seus clientes. A Formula 1 é um meio para acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias e manter-se na vanguarda do progresso tecnológico no desporto, permitindo ao mesmo tempo que a Renault faça uma ponte entre os avanços tecnológicos observados no mundo do desporto e os seus automóveis de série, particularmente no domínio dos veículos eléctricos e híbridos.

A base histórica e técnica da marca do losângulo localiza-se em Viry-Châtillon. É nesta planta que os motores são desenhados, desenvolvidos e testados desde 1970 e onde as equipas de especialistas produziram algumas das mais importantes tecnologias de F1.

No fim da época de 1986, a Renault decidiu concentrar-se no desenvolvimento de motores. Reconhecida inovadora, a marca torna-se fornecedora de motores para várias equipas, inclusive da primeira Equipa Lotus liderada por Ayrton Senna. Entre 1989 e 1997, a Renault fornece também equipas como a Williams e posteriormente a Benetton, arrecadando numerosas vitórias e seis títulos de construtor consecutivos.

O Renault V10 é considerado o melhor motor dos anos 90. Alguns outros ganharam fama também, o Renault V6 Turbo, conhecido como uns dos mais potentes em pista, e o Renault V8 que até ao presente conquistou três títulos de construtor e que se está a tornar numa estrela da construção de motores Renault.

Um total de 250 pessoas trabalham na elaboração dos motores atuais e futuros, contribuindo para fazer da Formula 1 um mostruário de excelência e qualidade dos produtos da marca.

A Renault compete no Grande Prémio há mais de 35 anos e conquistou o sucesso em cada motor desenvolvido, tornando-se um importante construtor e fornecedor para várias equipas.

Ao dia de hoje, a Renault reúne 12 títulos mundiais de Construtor, 11 títulos mundiais de Piloto e mais de 160 vitórias. Detem ainda o recorde de pole-positions entre construtores de motores.

Para saber mais sobre a Renault Formula 1 visite: Renault Sport F1
12 TÍTULOS DE CONSTRUTOR em 35 anos: um percurso inigualável para os motores Renault!
Na Fórmula 1, o principal parâmetro é o desempenho. Nos motores de série, este desempenho tem de estar associado ao prazer de condução. Os engenheiros "de série" Renault - alguns deles vindos dos gabinetes de estudos da F1 - criaram, por essa razão, motores assentes na tecnologia "downsizing", que maximiza o rendimento energético. O desafio consiste em reduzir a cilindrada - é o chamado "downsizing" - que, em alguns casos, consegue economizar até um cilindro, mantendo ou aumentando a potência e o binário do motor, graças à sobrealimentação fornecida por um turbo-compressor. Assim, quase todos os novos motores ganharam entre 10 e 20 Nm relativamente aos seus antecessores, oferecendo uma condução orientada para o conforto do condutor e para o dinamismo, com acelerações francas, vivacidade e reactividade.

Também outras tecnologias, provenientes do universo da F1, foram postas ao serviço do desempenho e da eficiência dos motores de série, como por exemplo a arquitectura quadrada das câmaras de combustão... Um último exemplo: para que os motores atinjam mais rapidamente a sua temperatura ideal de funcionamento, foi nomeadamente copiado o modo de circulação de água de refrigeração da F1, para obter maior rapidez e eficácia.

BAIXO CONSUMO
Na Fórmula1, o inimigo é o peso. Explorar ao máximo cada gota de combustível permite transportar menos gasolina e obter, assim, um monolugar mais leve que ,consequentemente, é também mais rápido em pista. Os novos motores Renault beneficiam diretamente desta competência técnica dos engenheiros mecânicos do Grupo. Os motores da última geração permitem reduzir o consumo e as emissões de CO2 até 25%, consoante os motores.

Para baixar o consumo, a Renault utiliza motores mais leves (de alumínio), que beneficiam da tecnologia "downsizing" (um 1.2 L consome menos do que um 1.6L), e materiais inovadores (grafite, carbono diamante, corrente de distribuição em Teflon®) que reduzem a fricção das peças móveis do motor. Menos fricção e menos peso significam menos desperdício de energia e, em resumo, menos combustível! E menos combustível significa menos emissões de CO2 e menor impacto ambiental, outro ponto forte da Renault.

A proeza consiste no facto de reduzir o consumo sem prejudicar o prazer e as sensações de condução: com os novos motores, o condutor tem à sua disposição um motor simultaneamente reativo e de utilização económica.

QUALIDADE E ROBUSTEZ
Regularidade, robustez e fiabilidade estão nos genes dos motores F1 da Renault. Sem estas qualidades não haveriam vitórias e certamente que não teria sido possível conquistar, pela 12.ª vez, o título de Campeão do Mundo de Construtores em 2013.

A Renault, desde as equipas de F1 às equipas que trabalham para os veículos de"série", eleva a exigência ao mais alto nível para reforçar a qualidade e a durabilidade dos seus motores, quer seja na Fórmula 1 ou na produção de série. É verdade que os engenheiros vindos da Fórmula 1 impulsionaram o desenvolvimento dos novos motores de série Diesel e a gasolina, mas foram também partilhados métodos de design e ferramentas digitais de cálculo e de simulação de resistência dos motores. No final da cadeia de fabricação, são realizados sistematicamente testes de qualidade que permitem, no final, obter novos motores cada vez mais fiáveis e robustos ao longo do tempo.